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lype- 05-10-2006

Caro FASM, mandado de segurança, salvo engano, não garante a nomeação, enquanto não julgarem o mérito. Caro Vitão, sou Mineiro do Sul de Minas. Um abraço a todos.

Kanarek- 05-10-2006

Aí, pessoal! Pelo menos uma coisa boa: ainda bem que o Arafat não começou esta página, senão ela estaria toda desconfigurada, igual à que ele fez no correioweb. ô Sergipano doido! Que que você acha, Xoxó? Um abraço.

Xoxó- 05-11-2006

Aí, pessoal! Pelo menos uma coisa boa: ainda bem que o Arafat não começou esta página, senão ela estaria toda desconfigurada, igual à que ele fez no correioweb. ô Sergipano doido! Que que você acha, Xoxó? Um abraço. Tens toda razão ome véio, hehehehe. Aquele zé ruela é complemente sem noção...

Xoxó- 05-11-2006

E o Tricolor, que coisa linda!!!!! Conseguir o placar mínimo foi maravilhoso. Ótimo resultado o de ontem! O Tricolaço não treme pros hermanos, hehe. Vamos empacotar aqueles ridículos no jogo da volta. Ô timinho ruim da po.rra... Cheiro de Tetra no ar... Vamos SÃO PAULO, vamos ser TETRACAMPEÕES!!!!!!!!

ESCRIVÃ- 05-11-2006

Deu em um jornal local da semana passada... "Aprovados em concurso pedem apoio à Assembléia Legislativa Da Redação. Os 22 candidatos aprovados e classificados às vagas remanescentes do primeiro concurso de Fiscais de Tributos Estaduais de Mato Grosso, realizado em 2001, buscam apoio de parlamentares e de outros segmentos da sociedade, para ocuparem os cargos." Por que vocês não fazem o mesmo???

FASM- 05-11-2006

Deu em um jornal local da semana passada... "Aprovados em concurso pedem apoio à Assembléia Legislativa Da Redação. Os 22 candidatos aprovados e classificados às vagas remanescentes do primeiro concurso de Fiscais de Tributos Estaduais de Mato Grosso, realizado em 2001, buscam apoio de parlamentares e de outros segmentos da sociedade, para ocuparem os cargos." Por que vocês não fazem o mesmo??? Calma, nem sabemos quantos serão nomeados, e qual o projeto do Governo.

Arafat- 05-11-2006

Aí, pessoal! Pelo menos uma coisa boa: ainda bem que o Arafat não começou esta página, senão ela estaria toda desconfigurada, igual à que ele fez no correioweb. ô Sergipano doido! Que que você acha, Xoxó? Um abraço. Tens toda razão ome véio, hehehehe. Aquele zé ruela é complemente sem noção... :D :D :D :D

henriquecafajeste- 05-12-2006

Boa tarde Guerreiras e Guerreiros, Olha eu aqui de volta!!! Na verdade passei apenas pra dar um aperto de mão, ler um pouco do que já foi escrito e colaborar com o grupo... Seguinte, acabei de descobrir a existência de um site só sobre o concurso anterior da PJC/MT.... lá tem o edital, provas, gabarito, resultados, nomeações etc. Não sei se todos conhecem, mas vale a pena conferir... O endereço é ... No mais, volto a comer livro (com olheiras novamente...) Abraços a todos e um bom final de semana... Lembrem-se... COMPANHEIRISMO E UNIÃO... Cafajeste

ESCRIVÃ- 05-15-2006

Vejam essa notícia... parece que as coisas não andam bem "Vou te matar, diz Marcola ao chefe do DEIC Segunda, 15 de maio de 2006, 07h32 Bob Fernandes Início da manhã do sábado, dia em que 30 policiais civis e militares foram mortos pela ação da facção criminosa denominada PCC. Dali a instantes seria completada a operação que motivou os ataques do Primeiro Comando da Capital em todo o estado: a remoção de 8 dos maiores chefes da organização, entre eles os três principais - Marcola, Julinho Carambola e Gegê do Mangue - para o presídio de Presidente Venceslau, completando a remoção de 768 presos, estes para o presídio de Presidente Bernardes, realizada ao longo da última semana. Os detentos haviam sido levados à sede do DEIC na véspera, no final da tarde. À noite, por ordem do diretor-geral, delegado Godofredo Bittencourt, pizzas foram compradas para os presos. Marcola, o Chefe de todos os Chefes do PCC desde 2002, não aceitou pizza. Pediu, e foi atendido, um X Picanha com fritas. Início da manhã. O diretor do DEIC conversa com Marcola, faz uma sondagem: - Nas escutas que fizemos tem umas conversas, tem gente falando em matar o Rui Fontes (delegado-chefe da 5ª Delegacia, de Roubo a Bancos, expert em PCC): - Não, doutor, não é verdade, eu não vou matar o Rui. Eu vou matar você... A conversa foi ouvida por policiais, e o relato chegou a Terra Magazine. Outro relato já chegou aos jornais. O delegado Bittencourt chamara o mesmo Marcola para conversar, e dele ouviu: - Eu posso entrar numa delegacia e matar um policial, mas um policial não pode entrar na cadeia e me matar, pois é obrigação do estado me proteger. Ainda o mesmo Marcola, instado a interromper a matança na manhã do sábado, informou: - Não, eu não posso fazer parar isso... a ordem já foi dada. O Estado, na verdade, já admitira o poder paralelo do PCC, ao movimentar, nos últimos tempos, 768 "lideranças" da facção criminosa para presídios do interior do estado. O cumprimento da ordem de atacar a polícia mostrou os tentáculos do poder paralelo. A morte de policiais, avaliam setores de inteligência, não se deu por escolhas feitas ao acaso. Os comandos regionais do PCC foram acionados e seus "soldados" foram às ruas executar missões com precisão. Note-se que nenhum delegado foi atacado diretamente, ao menos até a madrugada desta segunda-feira. Um ataque do gênero significaria um degrau a mais na escalada. Hipótese não descartada, como revelam os diálogos do Chefão Marcola com o delegado Bittencourt. Algumas das mortes indicam, além da ousadia, a intenção de mandar um recado direto e cirúrgico. Um dos policiais, morto num bar com tiros na cabeça, havia deixado a 15ª delegacia no bairro nobre do Itaim Bibi - desconfia a polícia que os criminosos operam na favela vizinha à mega loja Daslu. Esse ataque mostra um modus operandi e a intenção clara de mandar o recado; os "soldados" do PCC conhecem os policiais de cada região, seus hábitos e onde encontrá-los. Essa foi a mensagem enviada através de oito tiros disparados num bar em região rica da cidade: ir direto a alguém trajado como civil e executá-lo, sem nada dizer e sem motivo algum. Da mesma forma, outro ataque evidencia até onde o PCC se propôs a, por ora, chegar. Na madrugada de sexta para sábado, a bordo de 15 veículos, integrantes do PCC atacaram a 55ª delegacia, onde se encontrava uma equipe de plantão: o delegado e quatro agentes. Os criminosos, pelo menos 25 homens, deram 150 tiros. Reconhece um delegado: - Foi só um aviso, se quisessem eles teriam trucidado todos, teriam entrado mesmo e feito uma peneira de cada policial ali. O mesmo delegado, na quinta-feira à tarde, já havia comunicado a todos os seus subordinados em várias delegacias que a transferência dos chefes do PCC poderia ter represálias: - Na verdade, tínhamos informação e todos foram avisados, mas é o tipo de coisa que nem sempre se espera que de fato aconteça. Outro fator que vem provocando desconforto é que, na tarde do mesmo dia, pelo seu sistema de rádio mas sem adiantar o motivo, a polícia militar emitia um alerta geral. Um dia antes, a repórter Fátima Souza, da TV Record, já tinha a informação e a comentava com colegas na redação, alertando para a eminência de um ataque se a transferência se efetivasse. Fátima Souza foi quem pela primeira vez, em 1995, revelou a existência do Primeiro Comando da Capital. Se uma jornalista sabia e pôde antever as conseqüências, como o Estado não se precaveu a tempo?"

FASM- 05-15-2006

Lula reduziu gastos com segurança pública em 2005 Deu na "Folha" de hoje, texto deste repórter: O governo federal reduziu drasticamente os valores gastos em segurança pública no ano passado, segundo dados oficiais da execução do Orçamento da União. No que diz respeito aos repasses aos Estados, por meio do Fundo Nacional de Segurança Pública, a queda foi de 28% na comparação entre os números de 2005 e os de 2004. Esse fundo foi criado por lei em fevereiro de 2001 com o objetivo de "apoiar projetos de responsabilidade dos governos dos Estados e do Distrito Federal". Em 2003, a razão principal do fundo foi alterada por meio de outra lei apoiada pelo governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. O novo objetivo ficou assim descrito: "apoiar projetos na área de segurança pública e de prevenção à violência, enquadrados nas diretrizes do plano de segurança pública do governo federal". Ou seja, os Estados e o Distrito Federal deixaram de ser mencionados diretamente. Como conseqüência da exigência explícita do enquadramento ao modo de operar da administração federal, menos convênios foram firmados. Em 2004, o governo federal desembolsou R$ 380,8 milhões para o Fundo Nacional de Segurança Pública. Em 2005, a cifra caiu para R$ 275,8 milhões -a já mencionada redução de 28%. Quando se observam apenas os valores específicos para investimentos nos Estados (excluindo, entre outros, os gastos com o custeio do fundo), o valor fica bem menor: apenas R$ 124,9 milhões em 2005. Desses R$ 124,9 milhões o Estado de São Paulo, vitimado desde sexta pelos ataques do PCC (Primeiro Comando da Capital), ficou sozinho com R$ 56,3 milhões, o equivalente a 45% do total. Ainda quando se analisam os valores totais investidos no Fundo Nacional de Segurança Pública, o governo Lula fica atrás de seu antecessor, o tucano Fernando Henrique Cardoso. Em 2002, último ano de seu governo, Fernando Henrique desembolsou R$ 396 milhões para o fundo, em valores atualizados em março deste ano pela ONG Contas Abertas, especializada em monitorar gastos públicos a partir de dados oficiais do Siafi (Sistema Integrado de administração Financeira). O indexador usado foi o IGP-DI. O valor de Lula no ano passado, usando o mesmo IGP-DI, fica em R$ 283,4 milhões -ou seja, uma redução de pouco mais de 28%. Valores globais Os investimentos gerais em segurança pública feitos pelo governo federal também sofreram uma queda no ano passado, fruto da necessidade de o país fazer amplo superávit orçamentário (gastar menos do que arrecada) para sustentar o pagamento dos juros da dívida interna. Em 2005, a administração Lula gastou um total de R$ 475 milhões na área de segurança. Em 2004, a cifra havia sido de R$ 533 milhões. A queda registrada foi, portanto, de 11%. Segundo a ONG Contas Abertas, a Polícia Rodoviária Federal sofreu um corte de R$ 7,7 milhões em 2005 na comparação com 2004. O Fundo Penitenciário Nacional também teve redução de R$ 55,2 milhões nesse período. Só foram registrados aumentos de investimentos para Polícia Federal, justamente o organismo da área de segurança que mais vem apresentando resultados no período mais recente, com operações como a Sanguessuga, que prendeu quase 50 pessoas envolvidas em fraudes na compra de ambulâncias por prefeituras.

FASM- 05-15-2006

Além das 74 mortes ocorridas desde a última sexta-feira no Estado de São Paulo, os ataques do PCC (Primeiro Comando da Capital) diversificaram alvos nesta madrugada. Pelo menos 13 agências bancárias foram atingidas, e 68 ônibus foram incendiados. Isso levou sete empresas de ônibus a paralisar o trabalho nesta manhã de segunda-feira, complicando o trânsito na capital.

FASM- 05-15-2006

74 mortes, 150 ataques, 80 rebeliões PCC ataca ônibus e fóruns, promove megarrebelião e amplia medo no Estado No terceiro dia de terror provocado pela facção criminosa PCC, a violência se espalhou em São Paulo. Os ataques não se resumiram a bases da polícia. Ao menos 36 ônibus foram incendiados. Fóruns da Justiça também sofreram atentados. Pelos menos três agências bancárias e um prédio comercial foram atacados. Desde sexta, presos se rebelaram em 80 presídios (cadeias públicas e penitenciárias) -55 continuavam dominados pelos presos até o fechamento desta edição-, superando a megarrebelião de 2001, quando houve motins em 29 unidades. O protesto teve a solidariedade de presos de Mato Grosso do Sul. Em uma das rebeliões de ontem, detentos de uma cadeia pública do interior jogaram colchões em chamas contra um delegado, que teve queimaduras em 64% do corpo. Em São Sebastião, oito presos morreram; em Ribeirão Preto, cinco. Segundo dados divulgados à noite pela Secretaria da Segurança Pública, 61 pessoas morreram nos atentados -36 agentes de segurança, dois civis e 23 suspeitos de participar das ações. Houve 13 mortes nas prisões, num total de 74 vítimas. O governo paulista nega que a situação esteja fora do controle e recusou ajuda do Exército. À Folha, o governador Cláudio Lembo (PFL) disse que já sabia dos ataques há 20 dias. Policiais que atuam na rua, porém, dizem que não foram alertados

mac12- 05-16-2006
Visita do IS
Olá futuros colegas. Ontem recebi a IS. Um delega e dois tiras. Estavam vindo do RJ. Fui o último a ser visitado. Sou de BH-MG. Conversei com eles por aprox. 20 minutos. foi tranquilo. O dr. disse que vão chamar a primeira turma em junho/julho (por isso estão correndo com a IS). Devem mesmo chamar apenas os 50 primeiros. No entanto, falou que eles vão tentar convecer a chefia a reivindicar mais candidatos para a primeira acadepol, devido ao menor número de escrivães. abraços

cris__11- 05-17-2006

Achei lindo esse texto!!!!! Boa noite pra todos!!! Segue abaixo um texto do jornalista Pedro Bial, exibido na edição do dia 14/05/2006 do Fantástico. Um tributo aos policiais "Quando erram, nós não os perdoamos. Somos, freqüentemente, implacáveis com eles. Até que, num fim de semana trágico, vislumbramos o que seria de nós sem a polícia. Aos mortos, e aos vivos, o Fantástico faz um tributo. Eles são a linha de frente da democracia. Para além de manter a ordem, sua função é garantir nossa liberdade. Há coisas que consideramos certas, como o ar que se respira, e que só valorizamos quando as perdemos: como a saúde, a liberdade, a vida. É fácil criticá-los, são eles que morrem por nós. Num fim de semana, trinta e cinco se foram. Dia das mães, dia do enterro dos filhos. Policiais civis... Militares... Um bombeiro! O nome oficial é agente do estado, mas desde crianças, aprendemos a chamá-lo de "seu guarda". Guardam. Vivem, e morrem, para nos guardar. Quem sabe, esta tragédia não seja a oportunidade que nos faltava para refletir sobre esses homens e mulheres, que por tão pouco soldo, protegem algo muito frágil, delicado: a construção do Brasil. Sua principal arma não é de fogo, nem branca, é letra, palavra: o nome da lei."

cris__11- 05-17-2006

Achei lindo esse texto!!!!! Boa noite pra todos!!! Segue abaixo um texto do jornalista Pedro Bial, exibido na edição do dia 14/05/2006 do Fantástico. Um tributo aos policiais "Quando erram, nós não os perdoamos. Somos, freqüentemente, implacáveis com eles. Até que, num fim de semana trágico, vislumbramos o que seria de nós sem a polícia. Aos mortos, e aos vivos, o Fantástico faz um tributo. Eles são a linha de frente da democracia. Para além de manter a ordem, sua função é garantir nossa liberdade. Há coisas que consideramos certas, como o ar que se respira, e que só valorizamos quando as perdemos: como a saúde, a liberdade, a vida. É fácil criticá-los, são eles que morrem por nós. Num fim de semana, trinta e cinco se foram. Dia das mães, dia do enterro dos filhos. Policiais civis... Militares... Um bombeiro! O nome oficial é agente do estado, mas desde crianças, aprendemos a chamá-lo de "seu guarda". Guardam. Vivem, e morrem, para nos guardar. Quem sabe, esta tragédia não seja a oportunidade que nos faltava para refletir sobre esses homens e mulheres, que por tão pouco soldo, protegem algo muito frágil, delicado: a construção do Brasil. Sua principal arma não é de fogo, nem branca, é letra, palavra: o nome da lei."

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