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asa- 05-07-2006
Obrigado pela ajuda Betão e desculpa o incômodo.
Gaúcho- 05-07-2006
Fiz rapidamente uma leitura sobre as questões já respondidas e acho que esta ainda não foi feita.
Na Receita Federal mesmo com a divisão por áreas nada impede de um fiscal trabalhar em outra área, o que geralmente acontece quando há remoção, o que não é o caso do ISS.
Existe a possibilidade de alguém entrar para determinada área e acabar trabalhando em outra?
Medenor- 05-07-2006
Betão,
1 - você sabe se no concurso vai ser exigido nota mínima por matéria ou por prova ?
2 - Sobre aposentadoria você disse:
"O plano previdenciário/ aposentadoria é unificado para todos os servidores....Começamos o ano passado a pagar 11%... tudo é garantido pela própria Prefeitura (isso é que interessa)"
com relação ao tudo é garantido, significa que a aposentadoria é integral ?
BETÃO- 05-07-2006
1) Nos últimos concursos da Prefeitura não houve a separação por áreas, mas não tenho dúvida nenhuma que poderão mudar de área. Acredito que no começo não, mas com o passar do tempo vai ser bem mais fácil, mesmo porque, o pessoal mais antigo também irá mudar de área gerando vagas para ambas as partes. Só para lembrar, no Estado (nos dois últimos concursos) esse negócio de área não era levado muito a sério, depois que entravam podiam escolher qualquer local que estivesse vago.
2) Não sei sobre mínimo por matéria/prova. Acho que alguém aqui do forum já colocou alguns detalhes sobre o provável edital. Quando souber algo, comunico.
3) Eu quiz dizer que não temos uma empresa que controla a aposentadoria, que ela é responsabilidade da própria Prefeitura, ou seja, mais difícil de tomarmos calote. Quanto à integralidade, existem as novas regras constitucionais e a Prefeitura tem que seguí-las.
Jr- 05-08-2006
Bom dia
Obrigado Betão.
Agora, o que está faltando para liberarem esse edital? Se não sair agora, nessa semana ou na próxima, só depois da Copa ...
Betão, respondendo à galera, você está motivando a galera, e isso é muito bom!
Valeu
Jr
Rosalinda- 05-08-2006
Eu estou achando e torcendo para que o edital saia depois da copa.
Papillon- 05-08-2006
Caro Betão,
Trabalho no fisco de Minas Gerais e, infelizmente, ainda não consegui sair de lá. Como é de conhecimento público o fisco mineiro, quando o assunto é salário, é de segunda linha, pois tem 19º salário entre os fiscos estaduais. Não passa perto de São Paulo ou Rio de Janeiro e só se iguala ao fisco federal quando este está na pior situação.
Desempenhando a mesma função, há os que fazem jus aos qüinqüênios de 10%, os que aproveitaram os anos da iniciativa privada ou no serviço público na contagem dos qüinqüênios e os que não tem nada disso. Para não ser deselegante, digo que “clima organizacional” do fisco mineiro não é dos melhores já que entre outras aberrações, as diferenças salariais entre os que estão no início e no fim da carreira são gritantes e insuperáveis. Vale para os que estavam desempregados e desejam continuar estudando, como é o meu caso.
Isso posto, como é o clima organizacional no fisco municipal de São Paulo? As diferenças salariais entre os que estão no inicio e no fim da carreira são muito grandes? Depois de certo tempo, está tudo mundo ganhando mais ou menos igual? Em quanto tempo se chega ao fim da carreira?
sergio73- 05-08-2006
Oi Betão, que legal a sua iniciativa.
O pessoal que está no serviço publico federal (TRF) teme em se mudar para o municipio com medo de não receber o salario em dia. Qual a sua experiencia nesse sentido na prefeitura de São Paulo?
Alguma vez já ficou sem receber ou atrasou algum mês?
Grato
BETÃO- 05-08-2006
Estão dizendo que o edital sai até 25/05. Eu acredito que seja verdade. Como já mencionei, o grupo de fiscais que participou do contato com a ESAF já deixou tudo direcionado. Eles elaboram as matérias que devem cair, a quantidade de questões por matéria e os pesos de cada uma. Mas, eles não solicitam graus de dificuldade em cada uma delas. Ou seja, quem decide o grau de dificuldade é a prórpia ESAF, pelo menos foi o que obtive de informação.
Quanto à carreira, já coloquei anteriormente valores e progressão. Nossa carreira também é estreita, as promoções variam somente sobre o valor do salário base (como também os quinqüênios), já a sexta-parte é sobre tudo. Os fiscais antigos também ganham muito mais que os novatos, mas isso se deve principalmente a ações judiciais (também podemos incluir os cargos em comissão incorporados). A carreira ficou dessa forma devido a reestruturação que ocorreu em 1997. Para evitar que os mais antigos tivessem salários exorbitantes, achataram o plano de carreira melhorando principalmnete o salário inicial.
Estamos tentando mudar isso.
bétula- 05-08-2006
BETÂO,mal posso ver a hora de entrar e conhecer meu novo chefe! Suas dicas nos dão ânimo! Olha , com tudo isso que vc está fazendo, vamos até deixar vc pagar a conta da primeira reunião dos novos fiscais! :D :D
Brincadeirinha,nós é que vamos te dever essa! Agurade-nos! ;)
antares- 05-08-2006
Grande Betão,
Pergunto se fez essa prova para AFR/SP?
BETÃO- 05-08-2006
Fiz e fui reprovado na P1. Sou "maria-vai-com-as-outras" (rsrsrsrs). Mas precisaria ter estudado muito. Espero que a prova do AFTM seja mais inteligente. Quem sabe a ESAF não está sabendo das reclamações sobre a FCC na prova de AFR-SP. Em relação a prova do AFR-SP 2002 (que eu não fiz), após diversas reclamações e problemas que tiveram, tiraram redação.
A Prefeitura deve perder uns 10 fiscais para o Estado. Poderiam incluir essas vagas no concurso. Já citei aqui no forum que no último concurso foram chamando os aprovados a medida que ocorriam exonerações e aposentadorias. Se não me falha a memória, chamaram até o número 347 e só tinham 289 vagas. Desta vez não deve acontecer isso, pois a ESAF vai fazer um curso de formação longo e as vagas devem ser fechadas como no AFR e AFRF.
antares- 05-08-2006
Valeu Betão.
Com relação a esse curso de formação, será que vão ser 4 meses mesmo?
BETÃO- 05-08-2006
Desculpe-me sergio73, só agora vi sua pergunta. Jamais deixamos de receber um centavo do salário e jamais atrasou sequer meia hora o pagamento. Quando vim do Banco Central também ouvi essas coisas. A Prefeitura quando pode até antecipa o pagamento.
Só para acresentar aos concurseiros, a Prefeitura de São Paulo possui uma lei que trata do gatilho salarial. Em resumo seria o seguinte: quando a despesa com pessoal não atinge 40% da receita, a cada quadrimestre temos a reposição salarial (gatilho) com base no IPC acumulado do período.
Na época do Pita, tivemos uns 4 gatilhos em 1,5 anos. Com a Marta tivemos apenas um. Já tivemos um com o Serra. Isso vale para toda Prefeitura. Com a entrada de novos fiscais mais chances de aumentarmos a arrecadação, atingindo a meta de incremento e reajustando os salários pelo IPC. É uma bola de neve (rsrsrsrs).
JJSP- 05-08-2006
Aí BETÃO, vc trabalhou com o Sílvio Carvalho no Itaú?
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