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concurseirasp- 11-24-2006
Taxa interna de retorno - Mat. Financeira
Por acaso alguém tem alguma material sobre Taxa interna de retorno... Infelizmente não consegui achar em lugar nenhum. Se vc tiver e puder me enviar eu agradeço. Fvr enviar para : concurseirasp@ig.com.br

runagate- 11-24-2006

procura no google, tem um monte de site com definições, exemplos etc.... O conceito é simples depois que se entende fluxos de caixas (a parte de matemática financeira, aqueles lances de entradas e saídas na linha do tempo). "Taxa Interna de Retorno A Taxa Interna de Retorno é o percentual de retorno obtido sobre o saldo investido e ainda não recuperado em um projeto de investimento. Matematicamente, a Taxa Interna de Retorno é a taxa de juros que torna o valor presente das entradas de caixa igual ao valor ao presente das saídas de caixa do projeto de investimento. Utilizando uma calculadora financeira, encontramos para o projeto P uma Taxa Interna de Retorno de 15% ao ano. Esse projeto será atrativo se a empresa tiver uma TMA menor do que 15% ao ano. A Taxa Interna de Retorno de um investimento pode ser: - Maior do que a Taxa Mínima de Atratividade: significa que o investimento é economicamente atrativo. - Igual à Taxa Mínima de Atratividade: o investimento está economicamente numa situação de indiferença. - Menor do que a Taxa Mínima de Atratividade: o investimento não é economicamente atrativo pois seu retorno é superado pelo retorno de um investimento sem risco. Entre vários investimentos, o melhor será aquele que tiver a maior Taxa Interna de Retorno. Interessante notar que na análise de investimentos prévia (análise prospectiva) as grandes organizações utilizam os métodos analíticos. Entretanto, na fase de acompanhamento da rentabilidade projetada (análise retrospectiva), elas empregam a taxa de retorno contábil - basicamente o lucro líquido dividido pelo patrimônio líquido - que em geral é uma aproximação grosseira da verdadeira taxa interna de retorno. A distorção na aferição da verdadeira taxa de retorno das empresas foi apontada pela primeira vez por Harcourt em 1965. Em 1966, Solomon analisou a relação matemática entre a taxa de retorno contábil e a taxa interna de retorno e concluiu que apenas em raríssimos casos a primeira representava uma proxy satisfatória da taxa interna de retorno. Nos anos seguintes vários estudos e discussões foram realizados sobre o tema, mas até hoje não há uma solução satisfatória para o problema." Texto retirado de: http://www.ief.com.br/investim.htm

Pete Sampras- 11-24-2006

puts, era tão fácil fazer TIR e fluxo de caixa na HP... mas no papel preciso "aprender" como faz ainda

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